ENEM: critérios de correção da redação. Competência #2

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Um dos critérios de correção da redação do Enem é o tema que constitui o núcleo das ideias sobre as quais a tese se organiza e faz parte da Competência 2

Por: | 2017-10-26T15:31:59+00:00 26 de outubro de 2016|Dicas|

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa

Critérios de correção da redação do Enem. Competência #2O segundo aspecto a ser avaliado em seu texto é a compreensão da proposta de redação. Ela exige que o participante escreva um texto dissertativo-argumentativo, que é o tipo de texto que demonstra a verdade de uma ideia ou tese. É mais do que uma simples exposição de ideias.

Nessa redação, o participante deve evitar elaborar um texto de caráter apenas expositivo.

É preciso apresentar um texto que expõe um aspecto relacionado ao tema, defendendo uma posição, uma tese.

É dessa forma que se atende às exigências expressas pela competência 2 da Matriz de Avaliação do Enem. O tema constitui o núcleo das ideias sobre as quais a tese se organiza.

Em âmbito mais abrangente, o assunto recebe uma delimitação por meio do tema, ou seja, um assunto pode ser abordado por diferentes temas.

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Recomendações:

  •  Leia com atenção a proposta de redação e os textos motivadores, para compreender bem o que está sendo solicitado;
  •  Evite ficar preso às ideias desenvolvidas nos textos motivadores, porque foram apresentadas apenas para despertar uma reflexão sobre o tema e não para limitar sua criatividade;
  • Não copie trechos dos textos motivadores. Lembre-se de que eles foram apresentados apenas para despertar seus conhecimentos sobre o tema;
  • Reflita sobre o tema proposto para decidir como abordá-lo, qual será seu ponto de vista e como defendê-lo;
  • Reúna todas as ideias que lhe ocorrerem sobre o tema, procurando organizá-las em uma estrutura coerente para usá-las no desenvolvimento do seu texto;
  • Desenvolva o tema de forma consistente para que o leitor possa acompanhar o seu raciocínio facilmente, o que significa que a progressão textual é fluente e articulada com o projeto do texto;
  • Lembre-se de que cada parágrafo deve desenvolver um tópico frasal. Examine, com atenção, a introdução e a conclusão para ver se há coerência entre o início e o fim;
  • Utilize informações de várias áreas do conhecimento, demonstrando que você está atualizado em relação ao que acontece no mundo;
  • Evite recorrer a reflexões previsíveis, que demonstram pouca originalidade no desenvolvimento do tema proposto;
  • Mantenha-se dentro dos limites do tema proposto, tomando cuidado para não se afastar de seu foco. Esse é um dos principais problemas identificados nas redações. Nesse caso, duas situações podem ocorrer: fuga total ao tema ou fuga parcial ao tema.

Propostas de temas anteriores

Como já aprendemos nessa Competência 2 é importante “compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa”.

Confira baixo os temas propostos em cada edição:

Enem 2013

O tema proposto para o Enem 2013 foi pautado por um problema social presente no cotidiano dos indivíduos e da sociedade brasileira, em que se mesclam aspectos de saúde pública, educação, segurança, direitos e deveres individuais e coletivos: consumo de bebida alcoólica e direção de veículos.

A abordagem proposta concernia à discussão sobre efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil.

O que se esperava do candidato

A partir dessas palavras-chave destacadas, o participante precisaria considerar fatos, estatísticas, discussões, leis relacionados às consequências da implantação desde 2008, ano em que a lei entrou em vigor.

Não se trata de uma discussão acerca de opiniões sobre a lei, dicotomizadas entre a favor ou contra, mas da possibilidade de considerar a ampla gama de aspectos envolvidos na questão.

A pergunta que o tema propõe é: a implantação da Lei Seca está surtindo efeitos satisfatórios? Se ainda não está, o que se pode fazer?

Enem 2014

No Enem 2014, o tema dizia respeito à discussão sobre a publicidade infantil e o questionamento sobre sua veiculação no Brasil.

A partir dessas palavras-chave destacadas, o participante precisaria considerar, com base nos textos motivadores, o contexto posto em discussão (no Texto I) para entender o problema proposto: como o Brasil deve lidar com a veiculação de publicidade voltada às crianças?

  • O Texto II trouxe subsídios para ampliar a reflexão, ao tratar de dados sobre como se dá a publicidade infantil em alguns países do mundo, da autorregulamentação do mercado (como no próprio caso do Brasil) até a proibição total de publicidade voltada a crianças, como no caso de países como Noruega e a província de Québec (Canadá).
  • O Texto III, cuja fonte foi um livro que discute a influência do marketing sobre a criança, era um trecho que apontava para a vulnerabilidade da criança e o papel da educação na formação para um consumo consciente.

O que se esperava do candidato

A partir desse rol de informações, esperava-se que os textos produzidos se direcionassem para um dos diferentes contextos possíveis, como o contexto legal:

  • discutir a legislação atual, compará-la à de outros países, tomar posição e eventualmente propor alteração legal;
  • Ou o contexto de proteção às crianças: com base no entendimento da criança como um ser vulnerável, em formação, altamente influenciável, tomar posição pela regulamentação da publicidade infantil pelo Estado, para proibição ou restrição
  • ou, ainda que aceitando a não interferência do Estado na regulação do setor, defender a importância da família e da educação para que a criança possa ser preparada para o consumo;
  • o contexto de defesa da liberdade de expressão: com base em um entendimento de que o Estado não deve se envolver com questões de mercado, defender a livre veiculação da publicidade infantil, com ou sem autorregulamentação;
  • o contexto pragmático: analisar a situação da publicidade infantil no Brasil e, a partir dessa perspectiva, propor mudanças ou defender a manutenção do cenário atual.

Enem 2015

No Enem 2015, a abordagem proposta referia-se à discussão sobre a persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira. A partir dessas palavras-chave destacadas, o participante precisaria considerar as várias dimensões do problema contidas nos textos motivadores, por meio, sobretudo, de dados sobre a violência contra a mulher, a fim de decidir sobre o seu direcionamento.

Nesse contexto, esperava-se que as redações abordassem o cenário em que se localiza o problema (a sociedade brasileira) e não o tratassem como assunto novo, mas considerassem as políticas, ações e leis já em curso relacionadas a esse problema, como sugeriram os textos motivadores postos na proposta.

  • O Texto I apresentou um trecho do relatório Mapa da Violência 2012, o qual sintetizou o número de homicídios de mulheres no Brasil entre os anos de 1980 e 2010.
  • O Texto II trouxe subsídios para ampliar a reflexão sobre a violência contra a mulher ao apresentar um gráfico com um balanço sobre os tipos de violência relatados pelas mulheres na Central de Atendimento à Mulher ao longo do ano de 2014.
  • O Texto III foi um cartaz que abordava a questão do feminicídio (Lei nº 13.104, de 09/03/2015), por meio de um pedido de combate à violência contra a mulher.
  • O Texto IV foi um infográfico com informações em números referentes ao impacto da Lei Maria da Penha.

O que se esperava do candidato

A partir desse rol de informações, esperava-se que, no Enem 2015, os textos produzidos se direcionassem para um determinado contexto, como o contexto legal:

  • discutir os pontos de fragilidade e/ou aspectos positivos existentes na execução da legislação atual (feminicídio, Lei Maria da Penha) acerca da violência contra a mulher;
  • ou o contexto de proteção às mulheres por meio de políticas públicas:
  • enfatizar a necessidade de proteção às mulheres como uma realidade brasileira urgente e inegável, problematizando a discussão de políticas públicas e sua efetividade;
  • ou o contexto de ação da sociedade civil e/ou entidades não governamentais: discutir políticas pela igualdade de gênero e empoderamento das mulheres, sob um viés mais sociológico, problematizando a herança da cultura patriarcal na sociedade brasileira e as lutas feministas;
  • o contexto de mudança cultural: transformar valores culturais com relação à equidade de gênero;
  • o contexto da ação individual: demonstrar que qualquer mudança de atitude e de comportamento tem origem no indivíduo como membro de uma coletividade.

Enem 2016

No Enem 2016, o tema se referia à discussão sobre formas para combater a intolerância religiosa no Brasil, uma questão social bastante relevante e que diz respeito, de alguma maneira, a todos os que vivem no contexto social brasileiro, pois ou já foram expostos à discussão do problema ou o presenciaram ou o vivenciaram.

Com base no recorte definido pela proposta – “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil” –, o participante precisaria considerar as várias dimensões do problema contidas nos textos motivadores.

  • O Texto I apresentou trecho da Constituição Federal, que trata da liberdade de crença e da laicidade do Estado.
  • O Texto II explicitou a diferença entre crítica e ofensa religiosa.
  • O Texto III expôs um trecho do Código Penal brasileiro, que tipifica o crime de intolerância religiosa.
  • E o Texto IV apresentou um infográfico com os números de denúncias realizadas entre 2011 e 2014 por religião, o que ofereceu um panorama sobre a intolerância religiosa no Brasil.

O que se esperava do candidato

A partir dessas informações, esperava-se que, no Enem 2016, os textos produzidos se direcionassem para um contexto específico:

  • como o contexto legal, discutindo os pontos de fragilidade e/ou aspectos positivos existentes na legislação pertinente à liberdade religiosa, bem como a questão da laicidade do Estado;
  • o contexto de valorização cultural, abordando o respeito a valores culturais motivados pela pluralidade religiosa;
  • o contexto de ações individuais, apresentando o respeito à religião como o respeito ao ser humano, ao livre  arbítrio e ao sentimento de pertencimento em comunidade;
  • ou, ainda, o contexto das ações de religiosos, discutindo a intolerância a grupos sociais e à liberdade individual de gênero e de sexualidade e a discriminação por raça, etnia e orientação política.

O que é tangenciar o tema?

Considera-se tangenciamento ao tema uma abordagem parcial, realizada somente nos limites do assunto mais amplo a que o tema está vinculado, que deixa em segundo plano a discussão em torno do eixo temático objetivamente proposto.

No Enem 2013, algumas redações se limitaram a desenvolver o tema apenas nos limites dos assuntos mais amplos, sem abordar o recorte temático solicitado – os efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil.

O tangenciamento configurou-se como a abordagem de assunto relacionado ao tema, como:

  • discutir a Lei Seca sem considerar seus efeitos;
  • tratar exclusivamente das causas da Lei Seca; tratar da relação entre ingestão de álcool e direção (mesmo sem menção à Lei Seca, já que ela, nesse caso, está implícita), como alcoolismo no trânsito, tratamento do motorista alcoolizado ou leis de trânsito para motoristas alcoolizados.

No Enem 2014, configurou-se como tangenciamento ao tema o encaminhamento de assunto relacionado ao tema, como:

  • trabalho infantil no campo da publicidade;
  • erotização da infância no campo da publicidade;
  • influência da publicidade na vida da sociedade em geral.

No Enem 2015, configurou-se como tangenciamento ao tema o tratamento apenas de assunto relacionado ao tema, como:

  • a discussão de leis ou outros instrumentos legais, a exemplo das leis Maria da Penha e do Feminicídio, sem relacioná-los ao cenário da persistência da violência contra as mulheres.

No Enem 2016, foi configurado como tangenciamento ao tema o encaminhamento que tratou, por exemplo, de:

  • violência relacionada ao terrorismo religioso no plano internacional, sem associá-la à questão da intolerância no Brasil;
  • discussão sobre as leis que subvencionam a religião no Estado, sem relacioná-las à intolerância religiosa no Brasil;
  • a definição da intolerância religiosa sem efetiva discussão sobre formas de combate a essa prática;
  • ou, ainda, a caracterização de religiosos intolerantes.a

Assista a uma super dica para a Redação do ENEM

 O que é fuga ao tema?

Enquadra-se nessa classificação a redação na qual nem o tema nem o assunto mais amplo relacionado ao tema são desenvolvidos.

No Enem 2013, recebeu a rubrica de fuga ao tema a redação que tratou, por exemplo, exclusivamente, do problema de segurança no trânsito; da ingestão de álcool, sem associá-la às leis de trânsito ou à Lei Seca.

No Enem 2014, incorreu em fuga ao tema a redação que tratou, por exemplo, exclusivamente, de consumismo; publicidade; infância; liberdade de expressão; exploração sexual infantil; ou trabalho infantil.

No Enem 2015, da mesma forma, incorreu em fuga ao tema a redação que tratou, por exemplo, exclusivamente, de violência, sem mencionar o recorte de gênero “contra a mulher”; Da violência contra a mulher em diferentes países sem mencionar o Brasil (exceto quando nada é dito sobre o lugar, mas infere-se que se trata do Brasil); Da violência feminina, praticada pelas mulheres contra os homens; de feminismo/ machismo, abordando apenas o movimento; Do papel da mulher na sociedade/ família, sem abordar a questão da violência contra a mulher na sociedade brasileira.

No Enem 2016, recebeu a rubrica fuga ao tema a redação estruturada integralmente em assunto não solicitado, ou seja, qualquer encaminhamento que não tratou do
tema ou, pelo menos, de assunto a ele relacionado. Por exemplo:

  • a abordagem, exclusivamente, de princípios e fundamentos doutrinários ou filosóficos das religiões;
  • violência ou intolerância, de modo genérico, sem relação com a questão da intolerância religiosa;
  • negação da existência de intolerância religiosa;
  • ateísmo, como uma decisão de não vinculação a credos religiosos (já a defesa da prática do ateísmo, livre de preconceitos e de intolerância por parte de pessoas adeptas de alguma religião, no entanto, é argumento válido e está dentro da temática proposta, desde que mencionadas as formas de combate à intolerância religiosa);
  • proselitismo, como estratégia de convencimento e/ou defesa religiosa de qualquer espécie.

Atenção aos Direitos Humanos

Pode-se dizer que determinadas ideias e ações serão sempre avaliadas como contrárias aos direitos humanos, tais como:

  • defesa de tortura, mutilação, execução sumária e qualquer forma de “justiça com as próprias mãos”, isto é, sem a intervenção de instituições sociais devidamente autorizadas (o governo, as autoridades, as leis, por exemplo);
  • incitação a qualquer tipo de violência motivada por questões de raça, etnia, gênero, credo, condição física, origem geográfica ou socioeconômica;
  • explicitação de qualquer forma de discurso de ódio (voltado contra grupos sociais específicos).

Fique atento: apesar de a referência aos direitos humanos ocorrer apenas na Competência 5, a menção ou a apologia a tais ideias em qualquer parte de seu texto levará sua prova a ser anulada.

Há, também, algumas ideias e ações contrárias aos DH que estão mais diretamente relacionadas ao tema da prova.

No Enem 2016, com o tema “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”, configuraram-se como propostas que feriam os DH as que desconsideravam os princípios da dignidade humana, da igualdade de direitos e do reconhecimento e valorização das diversidades.

O que é não atender ao tipo textual?

Não atende ao tipo textual a redação que esteja predominantemente fora do padrão dissertativo-argumentativo, sem apresentar quaisquer indícios de caráter dissertativo (explicações, exemplificações, análises ou interpretações de aspectos dentro da temática solicitada) ou de caráter argumentativo (defesa ou refutação de ideias dentro da temática solicitada).

O que é um texto dissertativo-argumentativo?

O texto dissertativo-argumentativo é um texto que se organiza na defesa de um ponto de vista sobre determinado assunto.

É fundamentado com argumentos, para influenciar a opinião do leitor ou ouvinte, tentando convencê-lo de que a ideia defendida está correta. É preciso, portanto, expor e explicar ideias.

Daí sua dupla natureza: é argumentativo porque defende uma tese, uma opinião, e é dissertativo porque são utilizadas explicações para justificá-la.

Seu objetivo é, em última análise, convencer ou tentar convencer o leitor pela apresentação de razões e pela evidência de provas, à luz de um raciocínio coerente e consistente.

A sua redação atenderá às exigências de elaboração de um texto dissertativo-argumentativo se combinar os dois princípios de estruturação:

I – Apresentar uma tese, desenvolver justificativas para comprová-la e uma conclusão que dê fecho à discussão elaborada no texto, compondo o processo argumentativo.

TESE

É a ideia que você vai defender no seu texto. Ela
deve estar relacionada ao tema e deve estar apoiada em
argumentos ao longo da redação.

ARGUMENTOS

É a justificativa para convencer o leitor
a concordar com a tese defendida. Cada argumento
deve responder à pergunta “por quê?” em relação à tese
defendida.

II – Utilizar estratégias argumentativas para expor o problema discutido no texto e detalhar os argumentos utilizados.

ESTRATÉGIAS ARGUMENTATIVAS

São recursos utilizados
para desenvolver os argumentos, de modo a convencer o
leitor: • exemplos;
• dados estatísticos;
• pesquisas;
• fatos comprováveis;
• citações ou depoimentos de pessoas especializadas no
assunto;
• pequenas narrativas ilustrativas;
• alusões históricas; e
• comparações entre fatos, situações, épocas ou lugares
distintos.

 

ATENÇÃO

Será atribuída nota 0 (zero) à redação que não obedecer a estrutura dissertativo-argumentativa, mesmo que atenda às exigências dos outros critérios de avaliação.

Você não deve, portanto, elaborar um poema ou reduzir seu texto à narração de uma história ou a um depoimento de experiência pessoal.

No processo argumentativo, você poderá dar exemplos de acontecimentos que justifiquem a tese, mas o texto não pode se reduzir a uma narração, por esta não apresentar a estrutura de organização textual solicitada

Os quadros a seguir apresentam os seis níveis de desempenho que serão utilizados para avaliar a Competência 2 nas redações do Enem 2016.

200 pontos Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um
repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto
dissertativo-argumentativo.
160 pontos Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom
domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e
conclusão
120 pontos Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio
mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e
conclusão.
80 pontos Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores
ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não
atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão.
40 pontos Apresenta o assunto, tangenciando o tema, ou demonstra domínio precário do
texto dissertativo-argumentativo, com traços constantes de outros tipos textuais.
0 ponto Fuga ao tema/não atendimento à estrutura dissertativo-argumentativa.
Nestes casos a redação recebe nota 0 (zero) e é anulada.

 Esta é a hora de intensificar o treinamento para que a sua Redação do Enem seja Nota Mil.

O Redação Perfeita disponibiliza as ferramentas necessárias além de grandes mestres que vão ajudar você a transformar-se em um aluno experiente em Redação.

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Fonte: Inep

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